fbpx

Saiba como aplicar a Arte da Guerra na sua vida profissional

Empreendedorismo secretarial
setembro 28, 2015
Inove com o antigo, Reinvente-se com o novo
setembro 29, 2015

Saiba como aplicar a Arte da Guerra na sua vida profissional

Aplicando A Arte da Guerra em 4 passos

Sun Tzu é bastante conhecido por seu livro A arte da Guerra, que é uma filosofia de guerra para administrar conflitos e vencer combates.

Sun Tzu é bastante conhecido por seu livro A Arte da Guerra, que é uma filosofia de guerra para administrar conflitos e vencer combates. Sun Tzu foi um general, filósofo e estrategista chinês que viveu entre os anos 544 e 496 a.C. e até hoje seus conselhos inspiram legiões de líderes a motivarem outros ao sucesso, honra e glória em suas diferentes métricas e formas.

O livro A Arte da Guerra de Sun Tzu é um rico e verdadeiro tratado sobre planejamento, estratégia e liderança. Peça a 100 pessoas para nomearem o melhor livro de negócios que já leram, e provavelmente boa parte dirá “A Arte da Guerra”, ou pelo menos citará como referência.

A Arte da Guerra é um dos mais antigos tratados de guerra, se não for o mais. Embora as táticas militares e condições sistêmicas tenham mudado desde a época de Sun Tzu, seus ensinamentos teriam influenciado, segundo a Enciclopédia Britânica, alguns generais modernos como Mao Tsé-Tung na batalha contra os japoneses e chineses nacionalistas, e seria possível de imaginar que tenham auxiliado vários outros líderes em guerras recentes.

Podemos dizer que, hoje, esse livro é destinado a substanciar uma guerra específica: a das empresas no mundo dos negócios.

Como a Arte da Guerra pode nos ajudar a liderar e a exercer melhor o nosso trabalho?

Sun Tzu deixou em suas frases estratégias de guerra, mas que podem facilmente serem aplicadas em nossos dias atuais e, principalmente em nosso trabalho, claro que de uma maneira um pouco menos literal. A seguir, vejamos o que se pode extrair de algumas lições do filósofo chinês.

“O verdadeiro método, quando se tem homens sob as nossas ordens, consiste em utilizar o avaro e o tolo, o sábio e o corajoso, e em dar a cada um a responsabilidade adequada.”

A secretária, enquanto gestora, é responsável por outros colaboradores, e é preciso gerenciá-los da maneira correta, escolhendo a pessoa certa para cada tarefa. Para isso, é preciso conhecê-los e delegar responsabilidades adequadas a cada um, algo que mesmo que seja desafiador, o liderado será capaz de lidar. Para gerenciar bem, é necessário conhecer a quem se gerencia, pois, ao despertar o melhor de cada um, é possível somar a qualidade gerada de todos e aproveitá-la.

“Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças.”

Talvez uma das passagens mais claras de Sun Tzu, porém uma das mais difíceis de ser aplicada, pois é necessário conhecer bem a si mesmo. Conhecer seus pontos fracos e fortes é muito difícil para grande parte das pessoas, mas é só a partir desse conhecimento, que podemos nos desenvolver melhor, tanto pessoalmente como profissionalmente. É importante acreditar em si mesmo, mas também é importante enxergar suas fraquezas e reconhecê-las, e a partir daí, buscar melhorá-las.

Agarrar as oportunidades também pode não ser fácil, já que muitas vezes, novas oportunidades requerem mudança, e mudar é bom, mas podemos não aceitar por medo de não estarmos preparados. E por fim, proteja-se das ameaças, evite o que não te faz bem, pessoas, ambientes e situações que te impedem de crescer e ser o bom profissional que você é.

“Os que ignoram as condições geográficas – montanhas e florestas – desfiladeiros perigosos, pântanos e lamaçais – não podem conduzir a marcha de um exército.”

Você não pode ser um bom líder sem conhecer bem o que faz, é preciso dominar bem seu trabalho e os processos executados. Mas, além disso, é preciso conhecer a organização de um modo geral e principalmente, entendê-la bem, sem ignorar nada do que se passa dentro dela. Só assim é possível exercer um papel de líder a frente de outras pessoas.

“E lembre-se: você é seu próprio general. Então, tome agora a iniciativa, planeje e marche decido para a vitória.”

Lembre-se que você está no controle de sua vida. Por isso, planeje-a e siga seus planos para alcançar o que você deseja, se esforce e seja a melhor profissional que você pode ser. Se tornar uma secretária de sucesso, só depende de você!

A arte da guerra

Ensinamentos da Arte da Guerra

65 ensinamentos da Arte da Guerra

  1. A guerra é um assunto de importância vital para o Estado; o reino da vida ou da morte; o caminho para a sobrevivência ou a ruína. É indispensável estudá-la profundamente.
  2. Informação é crucial. Nunca vá para a batalha sem saber o que pode estar contra você.
  3. Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo lutará cem batalhas sem perder; para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou derrota serão iguais; aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio será derrotado em todas as batalhas.
  4. Um líder lidera pelo exemplo, não pela força.
  5. Trate seus homens como filhos e eles o seguirão aos vales mais escuros. Trate-os como filhos queridos e eles o defenderão com a própria morte.
  6. A invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defende mostra que sua força é inadequada; quem ataca, mostra que ela é abundante.
  7. A vitória está reservada àqueles que estão dispostos a pagar o preço.
  8. Toda guerra é baseada em decepção. Por isso, quando capaz, finja ser incapaz; quando pronto, finja grande desespero; quando perto, finja estar longe; quando longe, faça acreditar que está próximo.
  9. A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar.
  10. Guerreiros vitoriosos vencem primeiro e, em seguida, vão para a guerra, enquanto que guerreiros derrotados vão à guerra em primeiro lugar para depois buscarem a vitória.
  11. Existem cinco perigos que podem afetar um general: imprudência, que leva à destruição; covardia, que leva a captura; temperamento precipitado, que pode ser provocado por insultos; senso cego de honra, que é sensível à vergonha; excesso de solicitude para com seus homens, que os expõem a preocupação e angústia.
  12. Existem três maneiras de um governante trazer infortúnio à guerra: comandar o exército para avançar ou recuar ignorando o fato que não podem obedecer, e assim denegrir o exército; tentar governar o exército da mesma forma como administra o reino ignorando as condições para obtê-lo, e assim causar inquietação na mente dos soldados; empregar os oficiais do exército sem discriminação ignorando os princípios básicos de adaptação das circunstâncias, e assim abalar a confiança dos soldados.
  13. O combatente inteligente olha para o efeito combinado de energia e não necessita de tantos indivíduos assim. Daí sua capacidade de escolher os homens certos e utilizar da mesma energia combinada.
  14. Quando os soldados ficam muito encostados em suas lanças, estão fracos por falta de comida. Se aqueles que são enviados para pegar água bebem-na, o exército está sofrendo de sede.
  15. Estude cuidadosamente o bem-estar de seus homens, não os sobrecarregue. Concentre sua energia e acumule sua força. Mantenha seu exército continuamente em movimento, elabore planos insondáveis.
  16. Se você for indulgente, mas inábil para validar sua autoridade; bondoso, mas impotente para fazer valer os seus comandos; e incapaz, além disso, de lidar com a desordem, seus soldados podem ser comparados à crianças mimadas e serão inúteis para qualquer finalidade prática.
  17. Quando o general é fraco e sem autoridade; quando suas ordens não são claras e coesas; quando não existem regras fixas aos seus oficiais e quando as fileiras de homens são formadas de forma casual e desleixada, a consequência é a total desorganização.
    A Arte da Guerra

    Ensinamentos da Arte da Guerra

  18. Quando os soldados comuns são demasiadamente fortes e os seus oficiais superiores muitos fracos, o resultado é insubordinação. Quando os oficiais superiores são muito fortes e os soldados comuns fracos demais, o resultado é colapso. Quando os oficiais superiores estão com raiva, insubordinados e atendem à batalha contra o inimigo por sua própria conta e risco a partir de um sentimento de ressentimento, antes que o comandante-chefe diga se estão ou não em condições de lutar, o resultado inevitável é ruína.
  19. Existem cinco fatores que permitem que se preveja qual dos oponentes sairá vencedor: aquele que sabe quando deve ou não lutar; aquele que sabe como adotar a arte militar apropriada de acordo com a superioridade ou inferioridade de suas forças frente ao inimigo; aquele que sabe como manter seus superiores e subordinados unidos de acordo com suas propostas; aquele que está bem preparado e enfrenta um inimigo desprevenido e aquele que é um general sábio e capaz, em cujas decisões o soberano não interfere.
  20. Dos cinco elementos, nenhum é predominante; das quatro estações nenhuma dura para sempre; os dias, uns são longos, outros curtos; a Lua enche e míngua. Também são assim os períodos de uma guerra.
  21. A água não tem forma constante. Na guerra também não há condições constantes. Por isso, é divino aquele que obtém uma vitória alterando as suas táticas em conformidade com a situação do inimigo.
  22. Se o seu oponente é de temperamento colérico, procure irritá-lo. Finja ser fraco, que ele vai se mostrar arrogante, e vulnerável.
  23. Há estradas que não devem ser seguidas, exércitos que não devem ser atacados, cidades que não devem ser sitiadas, posições que não devem ser contestadas e comandos do soberano que não devem ser obedecidos.
  24. O estrategista hábil é comparado a uma serpente encontrada nas montanhas. Ataque a cabeça e você será atacado por sua cauda; ataque a cauda e será atacado pela cabeça; ataque o meio e será atacado por ambos.
  25. Não basta fazer algo pelo simples bem de algo: certifique-se de que isso o ajude. Se é para a sua vantagem, faça um movimento para frente; se não, fique onde está.
  26. Não devemos fazer alianças com aqueles que estão familiarizados com nossos métodos.
  27. Não há mais de cinco notas musicais, mas as combinações destas cinco originam mais melodias do que pode ser ouvido. Não há mais de cinco cores primárias, mas em combinação elas produzem mais cores do que pode ser visto. Há não mais de cinco gostos palatáveis, ainda que suas combinações produzam mais sabores do que pode ser provado.
  28. Seremos incapazes de transformar vantagens naturais para uso a menos que façamos uso de guias locais.
  29. O governante esclarecido estabelece planos a seguir, e o bom general cultiva seus recursos.
  30. Em caso de perturbação no acampamento, a autoridade do general se mostra fraca. Se as faixas e bandeiras são deslocadas, sedição está acontecendo. Quando servos e ajudantes estão com raiva, isso significa que os soldados estão cansados.
  31. O general habilidoso conduz seu exército apenas como se estivesse levando um único homem, quer queira quer não, pela mão. Tal general também deve conceder recompensas sem precisar se pronunciar, e emitir ordens sem levar em conta os anteriores acordos.
  32. O verdadeiro método, quando se tem homens sob as nossas ordens, consiste em utilizar o avaro e o tolo, o sábio e o corajoso, e em dar a cada um a responsabilidade adequada.
  33. A habilidade de alcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada de genialidade.
  34. As oportunidades multiplicam-se à medida que são agarradas.
  35. Não estamos preparados para lidar com um exército em marcha a não ser que estejamos familiarizados com a geografia do local; suas montanhas e florestas, armadilhas e precipícios, pântanos e brejos.
  36. Seja sutil. Use seus espiões para cada tipo de negócio. Mas veja, tais espiões não podem ser geridos sem benevolência e frontalidade, pois sem ingenuidade mental não se pode ter certeza da veracidade de seus relatórios.
  37. Compare prudentemente o exército inimigo com o seu próprio, de modo que você possa saber onde a força é superabundante e onde é deficiente.
  38. Não ataque alguém só por estar magoado. Um general não deve colocar suas tropas em campo apenas para satisfazer seu próprio esplendor.
  39. Um bom comandante é benevolente e despreocupado com a fama.
  40. A qualidade da decisão é como a rusga de um falcão que lhe permite atacar e destruir sua vítima.
    A Arte da Guerra

    Ensinamentos da Arte da Guerra

  41. No meio do caos há sempre uma oportunidade.
  42. Energia é o que tensiona o arco, decisão é o que solta a flecha.
  43. Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização.
  44. A arte da guerra nos ensina a não confiar na probabilidade de o inimigo não estar vindo, mas sim na nossa própria prontidão para recebê-lo; não sobre a possibilidade de ser atacado, mas sim no fato de que fizemos a nossa posição inatacável.
  45. Velocidade é a essência da guerra. Tire proveito do despreparo do seu inimigo, transforme seu caminho em rotas desesperadas e ataque nos sinais de descuido.
  46. Para conhecer o seu inimigo você deve tornar-se seu inimigo.
  47. O medo é o verdadeiro e único inimigo.
  48. Lembre-se: você é seu próprio general. Então, tome agora a iniciativa, planeje e marche decidido para a vitória.
  49. Para cada vitória sofremos uma derrota.
  50. A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota.
  51. A vantagem estratégica desenvolvida por bons guerreiros é como o movimento de uma pedra rolando por uma montanha com 500 metros de altura. A força necessária é insignificante; o resultado, espetacular.
  52. Se numericamente és mais fraco, procura a retirada.
  53. Um general não deve empreender uma guerra num ataque de ira; nem deve enviar suas tropas num momento de indignação. Entenda que um homem que está enfurecido voltará a ser feliz, e aquele que está indignado voltará a ser honrado, mas um Estado que pereceu nunca poderá ser reavivado, nem um homem que morreu poderá ser ressuscitado.
  54. Deixe seus planos serem escuros e impenetráveis como a noite, e quando você se mover, caia como um raio.
  55. Quando cercar o inimigo, deixe uma saída para ele, caso contrário, ele lutará até a morte.
  56. Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso você deve ver o que não está visível.
  57. Se quisermos que a glória e o sucesso acompanhem nossas armas, jamais devemos perder de vista os seguintes fatores: a doutrina, o tempo, o espaço, o comando, a disciplina.
  58. Se não é vantajoso, nunca envie suas tropas; se não lhe rende ganhos, nunca utilize seus homens; se não é uma situação perigosa, nunca lute uma batalha precipitada.
  59. A água escolhe o seu percurso de acordo com o terreno que atravessa. O guerreiro busca a vitória de acordo com o inimigo que enfrenta.
  60. Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças.
  61. Derrotar o inimigo em cem batalhas não é a excelência suprema; a excelência suprema consiste em vencer o inimigo sem ser preciso lutar.
  62. Não há exemplos de uma nação beneficiando-se da guerra prolongada.
  63. Só mudando a si mesmo o homem pode mudar o que está a sua volta. Se o pensamento não muda, o que vemos é o que temos visto pelo mundo afora: um Império substituindo ao outro, e um opressor sentando no trono sangrento de outro opressor. Enquanto o homem não muda a si mesmo, o que vemos é apenas escuridão e ranger de dentes.
  64. Evitar guerras é muito mais gratificante do que vencer mil batalhas.
  65. A vitória é o principal objetivo na guerra, mas o verdadeiro propósito da guerra é a paz.
A Arte da Guerra

Ensinamentos da Arte da Guerra

 

Resumo por capítulos do livro A Arte da Guerra

Capitulo 1

Aborda a importância de avaliar e planejar, tendo conhecimento de cinco fatores que podem influenciar: caminho, terreno, as estações (clima) liderança e gestão. Além disso, são abordados sete elementos que melhoram os resultados das investidas militares. A guerra é algo que tem consequências para o estado ou país e por isso não deve ser iniciada sem muita consideração.

Capítulo 2

Neste capítulo o autor expressa que o sucesso na guerra depende da capacidade de terminar um conflito de forma rápida. É possível entender um pouco melhor a vertente econômica da guerra, e que muitas vezes para vencer a guerra é preciso saber reduzir os custos relacionados com o conflito armado.

Capítulo 3

A verdadeira força bélica de um exército está na sua união e não no seu tamanho. São mencionados cinco fatores essenciais para vencer qualquer guerra: ataque, estratégia, alianças, exército e cidades. Um bom estratega identifica a estratégia do seu inimigo, atacando-a na sua parte mais fraca. Por exemplo: o mais recomendado é dominar o inimigo sem destruir o seu ambiente, obrigando-o a se render.

Capítulo 4

O posicionamento tático do exército é determinante para a vitória: os pontos estratégicos devem ser defendidos a todo o custo. Um bom líder só avança terreno para conquistar outras posições quando tem a certeza que o que já foi conquistado está em segurança. O leitor também pode aprender a não criar oportunidades para o inimigo.

Capítulo 5

O autor explica a importância da criatividade e do timing para melhorar a força e a motivação do exército. Uma boa liderança desperta o potencial do exército.

Capítulo 6

Capítulo dedicado às forças e fraquezas de uma unidade militar. As características do ambiente (como o relevo da paisagem) devem ser estudadas para que o exército possa obter vantagem no conflito. Sun Tzu também indica que é possível apresentar uma “fraqueza fingida” para enganar e atrair o inimigo.

Capítulo 7

São abordadas as manobras militares, o perigo de entrar em conflito direto e como obter a vitória nos casos em que esse tipo de confronto é inevitável.

Capítulo 8

São revelados os diferentes tipos de terreno e a importância de se adaptar a cada um deles. É dada alta importância à capacidade da unidade militar de se adaptar à variação das circunstâncias.

Capítulo 9

Movimentação das tropas: neste capítulo o autor explica como o exército deve se posicionar nos diferentes tipos de terreno do território inimigo.

Capítulo 10

Sun Tzu indica os diferentes tipos de terreno e as vantagens e desvantagens que são fruto do posicionamento nestes 6 tipos de terreno.

Capítulo 11

São descritos 9 tipos de situação em que um exército em guerra pode enfrentar e qual deve ser o foco do líder em cada uma das situações de forma a alcançar a vitória.

Capítulo 12

Este capítulo aborda o uso do fogo nos ataques ao inimigo e o que é necessário para tirar proveito desse elemento. Além disso são mencionadas respostas adequadas em caso de ataque com esse e outros elementos.

Capítulo 13

Foco na relevância de ter espiões como fonte de informação sobre o inimigo. São descritas cinco fontes de inteligência (cinco tipos de espiões) e como fazer a gestão dessas fontes.

A Arte da Guerra

Ensinamentos da Arte da Guerra

A Arte da Guerra aplicada na vida

Seja inteligente, não o mais poderoso

Inteligência lhe move para onde você deseja chegar. A inteligência financeira, por exemplo, lhe move para o sucesso financeiro e estabilidade de suas finanças pessoais.

A inteligência emocional lhe dá a possibilidade de controlar suas emoções através de qualquer problema.

Assim, eu poderia citar diversas formas diferentes de inteligência que o ser humano é capaz de desenvolver, mas resumindo, você deve saber que usando da inteligência em suas atitudes e no seu caminho para a vitória, tudo poderá ser mais fácil.

Seja inteligente em cada atitude, e colha os frutos dessa capacidade que diferencia os grandes dos pequenos.

Seja sutil

A discrição na sua vida pode afastar diversos perigos e invejas desnecessárias. Não confunda em hipótese alguma discrição com timidez.

Ser discreto está muito mais ligado em ações sutis, atitudes sem asperezas e atividades sem exageros.

Faça de você mesmo, alguém que é notado sem precisar necessariamente aparecer ou ser visto a todo momento. Faça além do que lhe pedem, mas não precisa falar isso para ninguém, apenas faça-o.

Dê ideias e inove o tempo todo, mas não grite isso como se tentasse sempre ganhar algo em troca.

Seja seu próprio general

Quando se aplica os conceitos de Sun Tzu, muitas vezes pensa-se que os ensinamentos são voltados apenas para os líderes comandarem seus liderados.

Mas este é um engano, os ensinamento da Lei da Guerra, são facilmente aplicados a individualidade.

Disse Sun Tzu: “Você é seu próprio general.

Sendo assim, você é o responsável por armar sua estratégias e suas táticas para agir e, somente você é o encarregado da motivação e da gestão de suas atitudes. Somente você pode marchar rumo a vitória ou rumo ao inimigo aniquilador, a derrota.

Priorize seus pontos fortes

Toda pessoa tem pontos fortes. Toda pessoa tem algo que faça melhor ou que apenas se “dê melhor” fazendo aquilo. Concentre suas atitudes e projetos para suas qualidades, para que sempre valorize seus pontos fortes.

Saiba que todo conhecimento ajudará você a se proteger e evitar os perigos de cada batalha que travar em sua vida pessoal e profissional.

Por exemplo, se um de seus pontos fortes for o relacionamento interpessoal e você tem consciência disso e ainda souber aplicar em sua carreira, estará protegendo-se contra diversas ameaças que rondam um profissional de sucesso, como o esquecimento ou falta de networking.

Portanto, aprenda a perceber e encontrar em si mesmo aquilo que tem de melhor ou pior. Comece usar esses pontos fortes como suas melhores armas na busca de seus objetivos e conquistas de sua vida.

Comentários no Facebook

O que você achou deste artigo?